Quem escreve

Descrever-me é bem complicado. Não sou ao certo algo… comum. Tenho minhas próprias características e as amo do jeito que são. Muitos hão de julgar-me, e muitos me julgarão. E a idade é o primeiro ponto onde encontro decepção. Alguns dizem que amor não tem idade. Porém outros discriminam os mais jovens apaixonados. E isso me frustra o coração.
Posso ser o que tu sempre quiseste, e ao mesmo tempo, teu pior pesadelo. Dependes muito de como tu me tratas, pois exijo pelo menos um pouco de simpatia. Não sou sorridente o tempo todo, ou pelo menos tento não ser. Pois acredito que devemos tratar cada um de uma maneira específica. E não apenas ser a mesma com qualquer um que conhecer.
Sorrir… Não é apenas abrir os lábios. Tu tens que realmente s e n t i r. Sorrir… É uma das conseqüências da felicidade. E, faça-me um favor. Não abra um sorriso amarelo para mim. Eu reconheço a tristeza de longe (Ela já foi muito presente em minha vida), e ajudar-te-ei a combater esse mau, mesmo contra a tua vontade.
Hei de ser um bocado inconveniente, convenhamos lá. Mesmo sendo um inconveniente bom (…). Tá, como assim bom? Porque eu não irei parar de tentar-te feliz fazer. Tu podes até pedir para eu parar. Mas eu não irei. Sabe… Vou te contar um segredo: Eu tenho uma grande atração por pessoas felizes (…)

Eliza é um apelido que minha mãe me colocou quando eu nasci, mas não pegou.  Meus amigos (inimigos, conhecidos, parentes, agregados e aderentes) me chamam de Liz. Mas você pode me chamar de Senhora.

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